Ao observar o livro Genesis podemos reparar Deus em sua excelência e sabedoria criando o mundo. Percebemos que Ele cria todo o universo e pelo poder da sua palavra forma tudo o que o homem precisa para viver na face desta terra. Quando Chega o Sexto dia o Senhor Deus realiza a mais caprichosa de suas criações, o homem, e neste mesmo instante, entrega em suas mãos o domínio de tudo que Ele criou.
Dentro de um mundo perfeito e recém criado Deus planta um jardim no oriente do Éden e ali põe o homem para viver em harmonia e gozar de tudo o que criara para ele.
No jardim havia muitas árvores frutíferas, mas duas chamam mais atenção, a primeira e mais conhecida é a árvore do conhecimento do bem e do mal e a segunda e menos lembrada é a árvore da vida (Genesis 2:9).
No jardim havia muitas árvores frutíferas, mas duas chamam mais atenção, a primeira e mais conhecida é a árvore do conhecimento do bem e do mal e a segunda e menos lembrada é a árvore da vida (Genesis 2:9).
O homem tinha acesso a todas as árvores do jardim inclusive a estas duas citadas, mas Deus olha para o homem e diz:
_ De toda a árvore do jardim comerás livremente, Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás.
Ao comer da árvore do conhecimento do bem e do mal, o homem (Adão e Eva) peca e perde o acesso à árvore da vida, esta árvore era a fonte direta de vida eterna e quando o homem perde o direito de comer do seu fruto, perde também a oportunidade de uma vida eterna. Algo que nos chama atenção, é o fato de mesmo após o homem comer da árvore do conhecimento do bem e do mal, teria a chance de possuir a vida eterna se comece, mesmo após seu erro, da árvore da vida. E Deus para que isso não acontecesse expulsa o homem do jardim e guarda (fecha) o seu acesso. (Genesis 2: 22, 23,24)
Através de Adão o pecado entra no mundo destituindo a humanidade da glória de Deus, trazendo cada vez mais afastamento dEle e de sua vontade (Romanos 3:23). A humanidade entrava, deste então, numa época de grandes trevas e sequidão.
Passados aproximadamente cinco mil anos, Deus em sua infinita misericórdia em manifestação de amor e graça, olha para o homem e mesmo não vendo merecimento algum de uma reconciliação, dá-lhe uma segunda chance de desfrutar de um relacionamento real com Ele. Em uma grande e inexpressível forma de amor Deus olha para seu único filho e vê nEle a única chave de restauração de relacionamento Téo – humano e envia-lho á humanidade.
Quando o Pai envia o Filho para este mundo, “planta” fora do jardim novamente a árvore da vida, Jesus diz: (João 15:1 - EU sou a videira verdadeira, e meu Pai é o lavrador.). Mas ao contrario de outrora, Deus põe uma condição para aqueles que desejam comer de seu fruto e tornar a viver eternamente. Em João 3:16 lemos que Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
A condição é esta: Crer na legitimidade e eficácia da árvore da vida, a qual é Jesus Cristo. Somente desta forma comeremos o seu fruto e experimentaremos mais uma vez o sabor da vida eterna.
Jesus diz em João 14: 6 Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.
Amém.
Amém.
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